segunda-feira, 16 de junho de 2008

Eketorp - síntese

Autor: Dirk Henn
Ano: 2008
Jugadores: 3-6

Temática:

Cada jogador é responsável de um clã viking e deve tentar construir um forte com condições para proteger a sua população. Já se sabe, a proximidade de outros clãs vikings não permitem demasiada tranquilidade na dureza do território nórdico.

Componentes do jogo:

1 tabuleiro de jogo de excelente qualidade
12 cartas de materiais de construção
30 amuletos (5 para cada possível jogador)
6 placas com os nomes dos clãs
54 cartas de combate
48 figuras de viking, de madeira e com os cornos típicos desta tribo.
112 fichas de madeira representando diversos materiais
6 ecrãs e 6 tabuleiros de cartão para preparar a jogada secretamente.

Regras

Como se joga

Cada jogador gere um grupo de vikings furiosos, com os quais deverá conseguir material para a construção do forte e que servirão também para defender o povoado em caso de ataque.

A partida divide-se num máximo de 10 rondas, em cada uma das quais se efectuam as seguintes acções:

- Colocar material no terreno de jogo. Para isso, consulta-se uma das cartas de materiais, que indicam quanto material da cada tipo está disponível. Esse material será o motivo das disputas entre os diferentes clãs. Há diferentes materiais, uns mais valiosos que outros, e a cada turno aparece em quantidades diferentes nas diferentes zonas.

- Cada jogador em segredo situa os seus vikings nas diferentes zonas do tabuleiro, utilizando um pequeno tabuleiro que fica protegida atrás de um ecrã. Quando todos os jogadores tiverem preparada a sua jogada, retiram-se os ecrãs. Os vikings estão prontos para serem colocados, quer seja numa zona em que podem recolher materiais, quer seja a atacar o povoado de outro clã, ou a defender o próprio. Em turnos subsequentes poderemos dispor quantidades diferentes de vikings, já que as contínuas disputas acabam com um bom número deles no hospital.

- Situam-se os vikings da cada jogador nas diferentes zonas escolhidas.

- Produzem-se então combates . Para combater a condição é que numa zona haja mais vikings do que fichas de material para recolher. Os vikings lutarão até que o número de vikings numa zona seja igual ou inferior à quantidade de material presente. Os combates jogam-se utilizando cartas numeradas do 1 a 6. O que utiliza a carta mais alta derrota o adversário, mas as cartas são então trocadas, deixando-as na zona do oponente, de onde serão recuperadas no momento em que um jogador fica sem cartas de combate na mão. Isso faz que as cartas vão rodando entre os jogadores e se distribua a sorte, e também, que seja necessário observar para quem vão as cartas para "controlar" a força adversária em futuros combates.

- Recolhe-se aquilo a que temos direito e edifica-se na própria fortaleza. Se em algum momento um jogador conseguir reunir 18 fichas de materiais, termina a construção da fortaleza e contam-se pontos. Acabar a fortaleza não assegura a vitória, ainda que dê umas bonificações.

- Finalizada a ronda, e os vikings na enfermaria vão melhorando. Cada vez que há um confronto o viking derrotado vai à enfermaria, e quanto maior for a diferença de pontos entre a carta utilizada pelos jogadores, mais tempo deverá passar o viking fora de combate (o máximo é uma diferença de 5 entre dois vikings)

O jogo - breve síntese

Não espereis um jogo de alto factor estratégico, mas se tendes vontade de passar um bom momento, o jogo está à altura. Um jogo recomendável se procuramos algo singelo ao nível das regras, com uma duração na ordem dos 60 a 70 minutos.
Não sendo uma opção descartável há bastantes outros do mesmo nível e mais baratos. Mas se o tema viking é essencial na escolha de um jogo então, força...
7/10

Traduzido de B.S.K da autoria de Blackbear-Alfred Garcia

2 comentários:

Alpendre disse...

Review completíssimo, parabéns.

Eu joguei o Eketorp uma única vez e gostei bastante do jogo.
Abraço das terras brasileiras.

E dá-lhe Portugal na Eurocopa !!

Carlos Abrunhosa disse...

Boas Alpendre

Obrigado pela cumprimento e felicidades para vocês. São sempre bem-vindo!

Agora vamos ver se "comemos" os alemães!

Abraço
Carlos