O Gonçalo veio cá casa e aproveitámos para jogar dois jogos. Um que começa a ser habitué e outro que foi uma estreia absoluta.
No primeiro caso, o habitué, é o Race for the Galaxy. O jogo do momento para muitos e onde eu também me incluo (é claro que ainda não joguei Brass!). A partida foi muito equilibrada e o Gonçalo acabou a ganhar-me por apenas 3 pontos quando na verdade eu pensava que tinha perdido de goleada! As nossas estratégias foram muito distintas. O Gonçalo apostou claramente na diversidade de produção e no poder de consumir e receber pontos a duplicar, misturando nesta combinação alguns bónus de cartas de desenvolvimento, eu por outro lado apostei na colonização de planetas militares e rebeldes (cartas cheias de pontos) e que no final me deram um boost de 40 pontos contra 19 d0 Gonçalo, no entanto eu só consegui conquistar 3 pontos pelo consumo enquanto o Gonçalo amealhou nada mais nada menos do que 27 pontos!
O jogo acabou por não haver mais fichas de pontos!
A estreia absoluta foi Metropolys de Sebastian Pauchon, o suiço criador do genial Yspahan, que é o jogo mais querido cá em casa pela minha mulher! Com a esperança de encontrar outra pérola decidi comprar este novíssimo trabalho de Pauchon. E não estou arrependido pela primeira amostra!
Pelo que vi, o jogo está muito bem estudado, com as diferentes cartas de objectivos secretos a serem cautelosamente equilibradas nas possibilidades que dão a cada jogador, para não beneficiar nem prejudicar uns em relação aos outros. O sistema de leilão é muito sui generis na medida em que aquilo que procuramos conquistar, muito em função da carta de objectivo secreto, pode não ser conquistado se o(s) adversário(s) cobrir(em) a nossa aposta (até aqui não há novidade...), levando a disputa do leilão para bairros, que muitas vezes, não nos interessam para nada (...está aqui!).
O nosso jogo demorou mais do que o previsto pela Ystari (30 minutos é manifestamente pouco!), mas no fim ganhei com 3 pontos de diferença para o Gonçalo. Um bom jogo que preciso de voltar a jogar para "apalpar" melhor o pulso. Acho que vai ser mais um coup de coeur da minha mulher!
No primeiro caso, o habitué, é o Race for the Galaxy. O jogo do momento para muitos e onde eu também me incluo (é claro que ainda não joguei Brass!). A partida foi muito equilibrada e o Gonçalo acabou a ganhar-me por apenas 3 pontos quando na verdade eu pensava que tinha perdido de goleada! As nossas estratégias foram muito distintas. O Gonçalo apostou claramente na diversidade de produção e no poder de consumir e receber pontos a duplicar, misturando nesta combinação alguns bónus de cartas de desenvolvimento, eu por outro lado apostei na colonização de planetas militares e rebeldes (cartas cheias de pontos) e que no final me deram um boost de 40 pontos contra 19 d0 Gonçalo, no entanto eu só consegui conquistar 3 pontos pelo consumo enquanto o Gonçalo amealhou nada mais nada menos do que 27 pontos!
O jogo acabou por não haver mais fichas de pontos!
A estreia absoluta foi Metropolys de Sebastian Pauchon, o suiço criador do genial Yspahan, que é o jogo mais querido cá em casa pela minha mulher! Com a esperança de encontrar outra pérola decidi comprar este novíssimo trabalho de Pauchon. E não estou arrependido pela primeira amostra!
Pelo que vi, o jogo está muito bem estudado, com as diferentes cartas de objectivos secretos a serem cautelosamente equilibradas nas possibilidades que dão a cada jogador, para não beneficiar nem prejudicar uns em relação aos outros. O sistema de leilão é muito sui generis na medida em que aquilo que procuramos conquistar, muito em função da carta de objectivo secreto, pode não ser conquistado se o(s) adversário(s) cobrir(em) a nossa aposta (até aqui não há novidade...), levando a disputa do leilão para bairros, que muitas vezes, não nos interessam para nada (...está aqui!).
O nosso jogo demorou mais do que o previsto pela Ystari (30 minutos é manifestamente pouco!), mas no fim ganhei com 3 pontos de diferença para o Gonçalo. Um bom jogo que preciso de voltar a jogar para "apalpar" melhor o pulso. Acho que vai ser mais um coup de coeur da minha mulher!

