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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Islas Canarias

Uma das novidades de Nuremberga será a apresentação do novo título da Clementoni da autoria de Leo Colovini, autor de títulos como Carolus Magnus, The Bridges of Shangri-La e Cartagena - Islas Canarias.

Neste jogo de Colovini os jogadores tornam-se colonizadores das Ilhas Canárias. Anunciado como um jogo baseado nas mecânicas de hand management está programado para durar cerca de 45 minutos e pode sentar à mesma mesa 2 a 5 pessoas.

Nuremberga aproxima-se e a cada dia que passa há novidades... nem parece que estamos em crise!

Imagens in Spielbox.de

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Novidade Ystari

No site francês Tric Trac é anunciada a nova criação da também francesa Ystary. O novo jogo de 2009 será Bombay da autoria de Cyril Demaegd.


Anunciado como um jogo para 2 a 5 jogadores e que pretende chegar a um público mais casual e não tanto a jogadores experientes, embora não os esqueça...

Em Bombay, que mantém a tradição de ter o Y da marca, embora tenha deixado cair o S, os jogadores vão procurar adquirir mercadoirias e revendê-las ao melhor preço possível nas 4 aldeias do tabuleiro. Os preços dos produtos irão flutuando como acontece com as leis da oferta e da procura.


O transporte das mercadorias será assegurado por imponentes elefantes... muito à indiana!

O lançamento do jogo está prevista para Março de 2009.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Dixit... um jogo poético!

Numa das minha inúmeras viagens à procura deste ou daquele jogo acabei por descobrir uma criação francesa recente e muito pouco conhecida, pelo menos creio eu...

O jogo chama-se Dixit e é a primeira criação da recém criada editora gaulesa Libellud.

Uma caixa obscenamente ilustrada por Marie Cardouat, que também nos entrega a sua mestria em 84 verdadeiras obras de arte em forma de carta de grandes dimensões.

Este jogo de expressão é uma criação do Pedopsiquiatra francês - Jean-Louis Roubira.

Cada jogador recolhe 6 cartas. Um jogador inicial, escolhe a carta que mais o inspira, elaborando uma frase adequada, que permita aos outros jogadores encontrar uma idêntica. Os outros jogadores escolhem da sua mão de cartas aquela que pensam ser a que melhor corresponde à frase enunciada. As cartas escolhidas são de seguida baralhadas, expostas e depois cada um vota (excepto o jogador inicial, obviamente) na carta que acreditam ser a original.

Também é possível exprimir-se com uma canção, um assobio, mímica ou outra forma de expressão que não a verbal... o limite é a imaginação!

O sistema de pontuação é bastante original pois o contador da história (jogador inicial) não recebe pontos se todos descobrirem a sua carta, assim como, se se verificar o contrário, ou seja ninguém descobrir a sua carta. Esta regra potencia os jogadores a serem originais na frase que escolhem para descreverem a sua carta, nem muito explícitos nem muito misteriosos. Quando apenas um adversário encontra a carta original, quer ele quer o contador da história recebem 3 pontos. Cada carta escolhida sem ser a original favorece o seu dono em mais um ponto!


Ainda não tenho este jogo mas parece-me excelente, sobretudo como auxiliar no desenvolvimento da linguagem e na promoção da imaginação individual, chamar-lhe ia um "jogo poético".

Fiquem bem e até breve...

PS - Como houve alguns interessados em saber onde comprar o jogo deixo aqui um endereço, mas de momento está esgotado - AQUI.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Trax

Pediam-me no outro dia um conselho sobre jogos interessante para 2 pessoas. Aqueles que me ocorreram de imediato foram Hive, Exploradores e 1960: The making of the President.

Hive é de facto um pérola pois exige grande envolvente intelectual e uma grande capacidade de imaginar as jogadas no domínio do abstrato. Não se assustem, pois trata-se de um jogo para todos, mas onde os mais experientes ganham geralmente no confronto directo com iniciantes! Esta é também uma das suas pechas!

Exploradores é mais leve mas também exige bastante do jogadores no que se refere ao planeamento das jogadas, assim como uma boa dose de equilíbrio entre o risco que se assume e o retorno desse risco. É um incontornável dos jogos a 2, na minha opinião!

A última opção é um jogo político, um hand management, isto é, os jogadores têm de gerir da melhor forma um conjunto de cartas que lhe traram benefícios. Ainda não tive oportunidade de experimentar este jogo mas que tenho muita curiosidade em o descobrir, pois as criticas a seu respeito são das melhores. Quem já jogou geralmente demonstra vontade em repetir!

Mas por causa desta solicitação fiz-me à net para procurar mais sobre alguns jogos dentro deste "nicho". Descobri um abstrato que me pareceu bastante interessante - Trax. O nome faz lembrar uma onomatopeia flatulenta, mas a verdade é que as reviews que li falam num abstrato de muito fácil acesso e que exige a quem o joga bons dotes de estratega.

As peças têm semelhanças com Tsuro ou Metro e o objectivo do jogo é levar o adversário a conectar uma das suas peças ao nosso caminho.

É um jogo indicado aos fãs de jogos abstratos e que procuram elevados níveis de estratégia ,num jogo com boa apresentação.

Para terminar resta-me dizer-vos que este jogo é uma criação de David Smith no longínquo ano de 1980 (!)

Mow

Mow é um jogo que nos faz lembrar muito de 6 nimmt! de Wolfgang Kramer, só que em vez das cabeças de boi aparecem-nos moscas! As semelhanças param no objectivo, que também é comum. Em ambos temos de tentar não arrecadar muitas moscas/bois.

Este jogo de Bruno Cathala é um pequeno jogo sem grandes pretensões senão a de ser um bom "aperitivo" para uma noite de jogos. Para alguns este jogo está ferido de morte pela sua enorme dose de sorte, todavia, e se já têm 6 nimmt! e gostam de diversificar as vossas escolhas dentro do género é uma boa aquisição.

Pelo seu preço é uma boa aquisição e garantidamente um jogo bem ilustrado à boa moda francesa!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Election USA

A vasculhar pela internet deparei-me com uma criação de Martin Wallace, que vem mesmo a propósito do último acto eleitoral nos E.U.A.

Como já devem ter entendido o um jogo gira em torno da temática das eleições Norte Americanas, que como todos sabem foram ganhas por Obama, e onde o objectivo é ser eleito o presidente da maior potência mundial.

O jogo chama-se Election USA é ilustrado por Jim Brady e é uma criação de 2004, mas parece bastante actual e talvez possa interessar a quem viveu de forma mais apaixonada as eleições para a Casa Branca!


domingo, 28 de setembro de 2008

The Princes of Machu Picchu

Neste novo jogo de Mac Gerdts - The Princes of Machu Picchu - os jogadores representam príncipes que, tentando acabar com a maldição dos espanhóis. Para que isso resulte os principes tem de fazer sacrifícios em honra do Deus Inti - Deus do Sol. Caso os príncipes não consigam levar a cabo a sua missão o segredo de Machu Picchu será revelado aos colonizadores!


Este jogo baseia-se na gestão de recursos e há quem diga que está muito bem "coordenado" com o tema que o intitula...


A malta de Leiria, que tem uma relação muito próxima como o autor, e que foram playtesters do jogo, afirmam tratar-se de mais um belíssimo jogo do autor de Imperial, um jogo amado por muitos.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sushizock im Gockelwok - em poucas palavras

Para os amantes de "Pickomino" de Reiner Knizia editado pela Zoch/Gigamic, há uma novidade muito agradável para contar... Acaba de chegar ao mercado um novo título dentro da mesma linha "dóminesca". Desta feita o senhor doutor assina "Sushizock im Gockelwok".

O jogo é muito próximo de Pickominó (um primo para aí), no entanto enfeita-se com outra temática - o Sushi!


Como a regra é: em equipa que ganha não se mexe, a Zoch manteve a parceria de Pickominó - Knizia a criar e Doris Matthäus a ilustrar. As peças de "dominó" só diferem nas ilustrações em relação ao primeiro título, mantendo a boa qualidade. O mecanismo também é muito próximo do jogo das "minhocas" (Heckmeck) com pequenas nuances no sistema de pontuação bem ao jeito de Knizia...

O jogo é composto por peças "Sushi" e peças "espinhas" que estão disposta em filas, viradas para cima. Na sua vez, o jogador lança os dados, a fim de conquistar peças. Os lados do dados têm as ilustrações de paus de comer (à chinês), espinhas de peixe ou sushi, em vermelho ou azul. Tal como em Pickominó o jogador pode lançar os dados várias vezes para optimizar o seu resultado, sabendo que temos de colocar sempre, pelo menos, 1 de lado. Há 5 dados e 3 lançamentos para ajustar a nossa estratégia. Uma vez lançados os dados, o jogador poderá, ou terá, de ir buscar uma peça da fila "Sushi", da fila "espinhas" ou do monte de um dos nossos oponentes... Após ganhar uma peça, o jogador tem de a colocar numa das suas duas pilhas "Sushi" ou "espinhas".

E como se ganham pontos?
O jogo acaba quando a última peça (sushi ou espinha) é retirada do centro da mesa. Então, todos os jogadores colocam as suas pilhas de sushi e espinhas ao mesmo nível, suprimindo as que ultrapassam o valor máximo da pilha que tiver menos peças (estilo Tigris e Euphrates). Depois deste processo concluido é só preciso contar o valor das peças de Sushi e subtrair o valor das peças Espinhas. Quem tiver mais pontos ganha!

Como perceberam a subtileza da pontuação obriga os jogadores a manter um equilíbrio entre a conquista de peças de Sushi e as peças de Espinhas, para no final poder ter mais pontos!


"Sushizock im Gockelwok" é um jogo simples, rápido (20 minutos), e barato, que qualquer um que tenha mais de 5 anos poderá jogar! O jogo estava era uma estreia para a feira de Essen deste ano, todavia já é possível encontrá-lo em várias lojas online.

Bons jogos!

terça-feira, 17 de junho de 2008

Kubb - um jogo outdoor para curtir a natureza

A história do Kubb está envolta em mistério, e existem diversas teorias sobre as origens do jogo. A maior parte destas concordam que o Kubb evoluiu na Escandinávia, e tem mais de 1000 anos de idade, terá surgido como uma forma dos Vikings passarem os seus longos Verões. É sugerido que ocasionalmente, se pode ter desenvolvido no Norte da França, mas vendo como os Normandos vieram originalmente da Escandinávia, a fonte era provavelmente a mesma. Foi sugerido (por fontes não muito confiáveis), que a versão Kubb jogada hoje em dia evoluiu de uma versão em que os Vikings usavam os crânios e os ossos da coxa das suas vítimas de estupro e de pilhagem. Então, com a evolução das mentalidades esta prática passou a ser politicamente incorrecta, e portanto, os Vikings começaram a usar blocos de madeira.

O mais provável e ligeiramente menos horrível (mas muito menos interessante!) é a teoria de que o Kubb começou por ser um jogo jogado com as sobras da madeira proveniente do corte de lenha proveniente das extensas e gélidas florestas nórdicas. Esta ideia é apoiada no facto do termo "Kubb", em sueco, significar bloco de madeira.

Uma terceira e menos conhecida teoria é proposta pelos ilustres investigadores da Universidade de Edimburgo. Eles sugerem que:

"Em 1613, o Kubb foi inventado pelo então, Rei da Suécia - Gustav Viksrom III. Usado na Suécia, toda a Escandinávia e ultimamente também no norte da Europa, o Kubb era uma forma de resolução de conflitos. Os anciãos de cada tribo / clã formavam uma equipa de 2-4 jogadores e jogavam à "melhor-de-3". Depois disso, todos aqueles que perdessem, perdiam os seus animais, enquanto as suas famílias e simpatizantes seriam massacrados (aí está uma nova teoria não menos interessante que a primeira!).


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Eketorp - síntese

Autor: Dirk Henn
Ano: 2008
Jugadores: 3-6

Temática:

Cada jogador é responsável de um clã viking e deve tentar construir um forte com condições para proteger a sua população. Já se sabe, a proximidade de outros clãs vikings não permitem demasiada tranquilidade na dureza do território nórdico.

Componentes do jogo:

1 tabuleiro de jogo de excelente qualidade
12 cartas de materiais de construção
30 amuletos (5 para cada possível jogador)
6 placas com os nomes dos clãs
54 cartas de combate
48 figuras de viking, de madeira e com os cornos típicos desta tribo.
112 fichas de madeira representando diversos materiais
6 ecrãs e 6 tabuleiros de cartão para preparar a jogada secretamente.

Regras

Como se joga

Cada jogador gere um grupo de vikings furiosos, com os quais deverá conseguir material para a construção do forte e que servirão também para defender o povoado em caso de ataque.

A partida divide-se num máximo de 10 rondas, em cada uma das quais se efectuam as seguintes acções:

- Colocar material no terreno de jogo. Para isso, consulta-se uma das cartas de materiais, que indicam quanto material da cada tipo está disponível. Esse material será o motivo das disputas entre os diferentes clãs. Há diferentes materiais, uns mais valiosos que outros, e a cada turno aparece em quantidades diferentes nas diferentes zonas.

- Cada jogador em segredo situa os seus vikings nas diferentes zonas do tabuleiro, utilizando um pequeno tabuleiro que fica protegida atrás de um ecrã. Quando todos os jogadores tiverem preparada a sua jogada, retiram-se os ecrãs. Os vikings estão prontos para serem colocados, quer seja numa zona em que podem recolher materiais, quer seja a atacar o povoado de outro clã, ou a defender o próprio. Em turnos subsequentes poderemos dispor quantidades diferentes de vikings, já que as contínuas disputas acabam com um bom número deles no hospital.

- Situam-se os vikings da cada jogador nas diferentes zonas escolhidas.

- Produzem-se então combates . Para combater a condição é que numa zona haja mais vikings do que fichas de material para recolher. Os vikings lutarão até que o número de vikings numa zona seja igual ou inferior à quantidade de material presente. Os combates jogam-se utilizando cartas numeradas do 1 a 6. O que utiliza a carta mais alta derrota o adversário, mas as cartas são então trocadas, deixando-as na zona do oponente, de onde serão recuperadas no momento em que um jogador fica sem cartas de combate na mão. Isso faz que as cartas vão rodando entre os jogadores e se distribua a sorte, e também, que seja necessário observar para quem vão as cartas para "controlar" a força adversária em futuros combates.

- Recolhe-se aquilo a que temos direito e edifica-se na própria fortaleza. Se em algum momento um jogador conseguir reunir 18 fichas de materiais, termina a construção da fortaleza e contam-se pontos. Acabar a fortaleza não assegura a vitória, ainda que dê umas bonificações.

- Finalizada a ronda, e os vikings na enfermaria vão melhorando. Cada vez que há um confronto o viking derrotado vai à enfermaria, e quanto maior for a diferença de pontos entre a carta utilizada pelos jogadores, mais tempo deverá passar o viking fora de combate (o máximo é uma diferença de 5 entre dois vikings)

O jogo - breve síntese

Não espereis um jogo de alto factor estratégico, mas se tendes vontade de passar um bom momento, o jogo está à altura. Um jogo recomendável se procuramos algo singelo ao nível das regras, com uma duração na ordem dos 60 a 70 minutos.
Não sendo uma opção descartável há bastantes outros do mesmo nível e mais baratos. Mas se o tema viking é essencial na escolha de um jogo então, força...
7/10

Traduzido de B.S.K da autoria de Blackbear-Alfred Garcia

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Okko - Era of Asagiri

Das minhas inúmeras pesquisas na internet para actualizar o JE acabei por descobrir uma estreia na área dos jogos de miniaturas com a temática das batalhas com ambiente nipónico e que me surpreendeu bastante pela qualidade que aparenta. Para os amantes de dados este é um jogo a ter em conta, pelo menos, a ver!

O jogo de que vos falo é Okko - Era of Asagiri e é uma produção francesa made in Asmodée. Podereis ver uma animação promocional do jogo num site dedicado clicando: aqui. Estará à venda, segundo as previsões, em Junho!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Nostros hermanos + Devir = Castellers

O Dr. Reiner Knizia decidiu apostar no mercado espanhol, como noticia o site americano Boardgamenews o mais famoso doutor autor de jogos de tabuleiro irá, em colaboração com a editora Devir, lançar um jogo inspirado nas tradicionais torres humanas catalãs.

O jogo chama-se Castellers e simulará a construção de uma dessas pirâmides humanas. Para saber mais sempre se pode consultar o site espanhol da Associação JugamosTod@s.