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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Da idade da pedra aos meandros de Paris...

Na passada terça - feira realizou-se em minha casa mais uma das nossas sessões semanais de boardgames. Desta vez eramos 4 membros, eu, o Carlos o Gonçalo e o regressado Tiago.

Começamos por fazer uma viagem no tempo até à idade da pedra, apretechamos os nossos familiares de lanças, serrotes de pedra, pás e picaretas, tudo servia para amealhar o máximo de alimento, madeira, barro, pedra e até ouro, vejam bem...


Passados uns anos já conseguiamos pensar em construir novos edifícios e ter tempo para novas descobertas, as familias foram crescendo ( a do Tiago mais parecia um rancho) e no final o Gonçalo foi o Patrearca que conseguiu mais riqueza para a sua família, tornando-se na Família mais rica e influente da cidade, melhor, da vila... não, talvez da aldeia, ok da rua dele era...


Como ainda era cedo, estavamos para aí no ano 1998 a.c., pensámos em dar um salto até Paris, já o calendário marcava o ano 1163 d.c e encontramos quatro bairros rivais a tentar contribuir para a construção de uma Catedral de estilo Gótico, dedicada a Maria, Mãe de Jesus. Ora como ainda era cedo decidimos ajudar aquelas gentes e como eramos bons gestores rápidamente tomámos as rédias do nosso bairro, umas vezes com mais ratos, outras com menos, lá fomos evoluindo e contribuindo com o que podíamos para a construção de Notre Dame. No final deparámo-nos com uma surpresa, o mestre mais experiente de todos os mestres tinha socumbido aos pés do aprendiz e perdia por apenas um ponto para o meu Bairro azul. Como prémio por tal façanha, o Rei de Luís XIV mandou erguer um monumento ao novo mestre que só iria estar pronto em 1889 seria a mais alta torre de ferro de toda a França.


Regressado aos anos 2008, penso que já disse tudo, mas podia ter dito de outra forma, por exemplo que o Tiago durante o Stone Age não tinha televisão, só pensava em fazer filhos, fazer filhos, podia não ter comida para os alimentar, mas ano após ano o que é que ele fazia? Filhos! Dá-lhe Tiaguinho!


Justiça tem de ser feita que ele no final foi compensado pela aposta que fez...
No final do jogo eu ia à frente em pontos mas as apostas do Gonçalo e do Carlos nas cartas foi muito mais acertada que a minha e acabaram por ficar à minha frente os dois, sorrindo a vitória ao Gonçalo.


O Notre Dame, foi rasgadinho, nem havia tempo para respirar, estavamos todos rendidos à dinâmica e intusiasmo do Carlos a jogar, mas no final, surpresa das surpresas consegui ganhar-lhe por um ponto, acabei com 62, ele 61, o gonçalo quase lá, com 59 e um pouco mais atrás o Tiago com 40.
Foi mais uma noite muito divertida com dois jogos muito agradáveis que sempre que vêm à mesa nos deixam de "barriguinha cheia"! Assim vale a pena, para a semana há mais.