sábado, 22 de novembro de 2008

I Oficina de Jogos

Foi na passada quarta-feira (19 de Novembro) que demos o pontapé de saída para o projecto da biblioteca de Vilarinho do Bairro denominado - Oficina de Jogos.

A minhas expectativas não eram muitas pois não tinha nenhuma inscrição para a oficina. Ao contrário do que possam pensar não fiquei muito desanimado pois o que mais me preocupava era ter muita assistência!

Quando cheguei, por volta das 15h45 a biblioteca estava quase vazia de utentes, apenas a professora Noémia - responsável da biblioteca - e alguns alunos.

Esperançado que pelo menos iria fazer umas partidas com a Noémia, logo percebi que também essa previsão me iria sair furada pois, com esta "loucura" do caso "Ministra da Educação", não sobra muito tempo para fazer algo em favor dos miúdos, o tempo que nos sobra é para preencher formulários e dar ideias para os criar... outras história que para aqui não interessam!

Bom, mas dizia eu que a biblioteca estava meia despida de pessoas, no entanto, depois de morfar o meu pão, dirigi-me a alguns jovens do 6º ano, que ali estavam, e fiz-lhes a proposta para uma partida de Halli Galli. Foram logo 6 a aceitar o convite, deixando-me de fora! Com todo o gosto lhes expliquei as regras e orientei as primeiras jogadas. Entretanto fui ensinando Make'n'Break a uma grupinho de dois alunos que acabavam de chegar e não tardou muito que também o For Sale saísse do saco para ser jogado por mais um grupo de raparigas. Já depois de algum tempo consegui iniciar uma partida de O Zoo le Mio, mas... não deu para terminar!



Quando a festa estava no auge, uma notícia alastrou-se como fogo pela sala - "o autocarro já chegou!". Aquilo é que era vê-los a dizer "xau" e "foi muito fixe" ou ainda "tenho de ir para o autocarro". E eu a corresponder com "não se esqueçam de se inscrever para Janeiro!"



Foi muito gratificante ter aquela malta toda entusiasmada em redor dos jogos e sobretudo com vontade de aprender e jogar.



Quando eu já fazia o meu balanço, reflectindo interiormente sobre aquelas cerca de 2h, eis que me entra pela biblioteca a minha queridíssima colega Isilda Bento acompanhada por uma outra colega chamada Fátima que apenas tinha cumprimentado uma ou duas vezes e com quem, confesso, ainda nunca tinha travado grande relação!


Os jogos têm esta magnífica capacidade de "imanizar" as pessoas, sobretudo as que ainda não se conhecem. O jogo funciona quase como uma janela que nos "defende" do exterior mas que facilmente se abre e nos permite comunicar... e quem sabe abrir a porta!

Por uma razão qualquer fiquei apenas com a Fátima e, um pouquinho a medo, propus-lhe um jogo, sem muitas esperanças... a resposta foi -"Sim, pode ser".


Tirei o meu "jogo das galinhas", como é conhecido cá em casa, e comecei a ensinar Hick Hack in Gackelwack de Stefan Dorra. Um jogo que é uma paródia e de uma simplicidade genialmente divertida!


A meio da explicação chegou a Isilda, que é uma pessoa muito bem disposta e que, com muitas reticências se juntou ao início da partida.


No meio de muita gargalhada e de umas tiradas sobre galinhas e raposas gulosas, que agora me escuso a relatar, estivémos ocupados durante cerca de 30 minutos, altura em que o dever nos chamou e fomos para a reunião de docentes que começava às 18...

Em Janeiro ficou prometida uma segunda edição da Oficina e agora talvez com mais inscrições... ou não!

Gostaria ainda de acrescentar que na minha mala seguia a minha "muleta lúdica" para grandes grupos - Time's Up!, que acabei por não poder ensaiar. Talvez se para a próxima houver mais adultos a participar o possamos tentar, numa espécie de Concurso Time's Up!

Um abraço e fiquem bem, espero que tenham gostado! Eu gostei... muito.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Jogo do Ano em Espanha 2008

Foi conhecido o vencedor do JdA em Espanha. Agricola foi o escolhido pelos espanhóis para suceder a Pilares da Terra, o vencedor de 2007.

Um prémio com criado pela indústria espanhola de jogos, já tem várias editoras, e que promove sobretudo os jogos editados em espanhol.

Agricola foi editado pela Homoludicos e eu sou um dos proprietários de uma dessas caixas! Posso dizer-vos que o espanhol é muito fácil de entender e até ao momento ainda não houve nenhuma dúvida na interpretação das cartas!

Boa escolha. Parabéns!

Para terminar, resta-me dizer-vos os restantes finalistas deste ano: Toma 6!; Unongo; Bandu; Kingsburg e Time's Up!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

The Castle for all Seasons - Eggertspiele

Do encanto à desilusão…

Acabei de fazer a tradução do “A Castle for all Seasons”, mais um jogo que foi lançado em Essen 2008.
É um jogo para 2 a 4 jogadores, a partir dos 10 anos, criado por Inka e Markus Brand.
Tem a duração aproximada de 45 a 60 minutos.

No meio das montanhas escarpadas, surgem as primeiras silhuetas de um monumental castelo. Uma fila serpenteante de comerciantes vai em direcção ao portão; e a agitação e os empurrões alicia pedreiros, canteiros e trabalhadores na esperança de obter salários e mantimentos. A área está a abarrotar de barracas de mercado; o magnífico castelo está a ser alargado em seu redor.

Os jogadores são construtores que precisam constantemente de recursos e de dinheiro. Para isso, existem cartas de personagem cujo uso determina uma nova ordem de jogar em cada jogada. Tens de estar continuamente em alerta para que os teus oponentes não beneficiem mais do que tu nas tuas acções.
O jogador que tiver o maior número de pontos de vitória no fim do jogo, merece a protecção do castelo e ganha o jogo.

Temos 1 tabuleiro com dois lados, imagem de marca da Eggertspiele, neste caso é o verão e o inverno.

O jogo tem a duração de 12 ou 15 jogadas. Cada jogada tem as seguintes fases:
1. O jogador inicial recebe o taler do maior espaço de jogada no tabuleiro e o marcador do jogador inicial (o jogador inicial para a primeira jogada é tirado à sorte).
2. Cada jogador selecciona uma carta de personagem e deita-a com a face virada para baixo à sua frente.
3. Todos os jogadores viram as cartas que jogaram ao mesmo tempo.
4. Se virares uma carta de trabalhador, equipa-a com recursos.
5. Executas as cartas jogadas pela ordem que está determinada para as cartas. Essa ordem das cartas está mostrada em cada carta sumário (assim que a última carta tenha sido executada, tem início a próxima jogada e muda o jogador inicial).

Depois da última jogada, o jogo termina, com a pontuação final (pontos de vitória para os teus ajudantes).

A impressão que fiquei depois de ter acabado de traduzir as regras, foi um pouco de desilusão, estava a espera de mais. Fiquei com a sensação que muitos dos mecanismos do jogo já os tinha visto noutros jogos como por exemplo o “Cuba”, “Puerto Rico” e “The Pillars of the Earth”. Relativamente a este último, o “The Castle for all Seasons” tem demasiadas parecenças.
Inicialmente era um dos jogos que estava na minha lista de possíveis aquisições, mas deixou de estar.

Mais sobre o jogo...

Sessão 11 - Novembro 2008

A nossa sessão semanal foi na passada 3ª feira; registou-se uma ausência repetente, a confirmação de uma ausência prolongada e a presença de um ausente... e os mesmos dois de sempre a marcar a presença habitual!


Éramos três e no início tínhamos 3 opções de jogo: Princes of Florence, Agricola ou Giganten. Como já conheciamos os dois primeiros (pelo menos eu e o Gonçalo) decidimo-nos por Giganten. Um out of print que o Paulo teve a gentileza de nos trazer.


Neste jogo de Wilko Manz editado pela Kosmo no ano de 1999, somos convidados a entrada no negócio da exploração e negócio do ouro negro - o petróleo.

O jogo tem uma dinâmica muito interessante, cada jogador começa por explorar algumas jazidas de petróleo, instalando aí as suas torres de extracção e depois, num engenhoso processo de transporte, onde se podem usar comboios quer afectos ao jogador, quer dos adversários assim como um comboio afecto ao próprio jogo; o petróleo é colocado no mercado através de 3 empresas que numa fase final da ronda é leiloado para se ver quem o pode efectivamente vender e daí receber dividendos.


Simples com 9 passos que no início podem assustar um pouco, mas que depois de se começar a jogar se percebe que são quase intuitivos.

A história do nosso jogo conta-se com uma gatada nas regras que acabou por influenciar de alguma forma o desfecho final, que foi a minha vitória. Sem uma estratégia efectiva decidi apostar em ter 5 torres no final do jogo e ficar com a minha locomotiva na frente, pois uma das bonificações finais são 5 milhões de dólares por cada torre do jogador com a locomotiva mais avançada na linha de caminho-de-ferro. Como tinha 5 torres no fim do jogo e a minha locomotiva estava na frente arrecadei 25 milhões de dólares!

Gostei bastante do jogo pois é astuto na forma como nos leva a delinear uma estratégia em que a nossa exploração se conjugue bem com as posições das locomotivas. O leilão acaba por ser uma mecânica que se encaixa bem na forma como Wilko pensou o jogo e o estruturou, no entanto não é das que mais aprecio. Apreciação global muito boa!

Fiquem bem e até breve.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Interview with Mr. Rüdiger Dorn

JogoEu (JE) - When do you began playing? Do you remember the games that you played that time?


Rüdiger Dorn (RD) - I began playing games in my childhood when I was about 10 years old. There was exactly one day per year – the birthday of my dad - I played with my parents. The other days I must play alone or with my friends. My first games were “Europareise”, “Stratego” and “Halma”.



JE - What are the things that give you more pleasure in life? Why?


RD - The gift to live some time on earth, the proudness to made the right job-decision (against the will of my parents) after the bank-training, the luck to meet my wife, the wonder of the birth of our children, the chance to have the talent to create games.



JE - Which level of luck is acceptable for you, in a game?


RD - I play many games to have a feeling of actual game designing. If I play a game with some luck, it´s absolute ok. What I do not like are games without luck, because I often feel, that some guys must show how fantastic brainers they are. I also do not like games which pretend tactical moves, but at the end of the game it´s 90% luck if you win or loose. The best example recently of pretending is the game “café international” the game of year 1989, which I played 2 days ago.



JE - In the inventive process of a new game, what makes you most excited?


RD - To have the inventive idea, to connect the small first spark with other interesting sparks and to play that new game in my head, again and again. It´s a fantastic feeling ….



JE - What are the "ingredients" that you like the most in a game?


RD - First the ingredients I do not like – war and fighting.

I love to manage with resources to acquire advantages.

Agricola from Uwe Rosenberg is a perfect example of a constructive game, where people create their own little world with inhabitants, animals, houses, vegetables,…..



JE - What kind of mechanics do you prefer to focus on the development of your games?


RD - I have no special “mechanic”. I like a certain amount of clever resource-management-system. Actually I like the “mechanic” of “filling action fields”.



JE - Tell us which game you like the most. Why?


RD - My all-time favourite is Magic the Gathering. If you have invested some money J, you have a giant pool of intelligent combinations. It´s a very glorious feeling that every game takes a different course, if you do not play with a turnier deck.



JE - What’s your favourite creator? Why?


RD - I think it´s recently Martin Wallace. I love to explore new mechanism and Martin Wallaces` games have often these (hidden) inspiring ideas.



JE - Can you make a game using a pre-theme determined by a publisher?


RD - I tried two times to transcribe a theme into a game – the journey into the middle of the earth and cartagena-the gold island.



JE - From every moment that gives origin to a new game - creation, editing and publishing - which is the most pleasant? Why?


RD - Every step has exciting moments. The creation phase is fascinating because of the new sparks of ideas. The editing is interesting because of optimizing. The publishing is thrilling because of the equipment. At the moment i´m very curious of the new edition of “the traders of genoa” by filosofia games.



JE - What do you think about the use of boardgames with an educational purpose?


RD - I do not like games with an educational purpose. I´m very happy if my students or my colleages playing games and have fun. So I hope, I infect them and they play more times.



JE - Is the election of the new president of the USA a good theme for a game?

RD - Uargh! I hate policy, so never, never. If I want to play a political game, I would play “Die Macher”.



JE - How is a typical day of Rüdiger Dorn?

RD - Sleeping, drinking, working, playing, thinking, testing, music listening, eating, again sleeping, ….



JE - Your family participates in your adventure to create new games or are you a lonely creator?

RD - My wife is my one and only participate in the early phase. She is very critical, but I need an antipole, who demonstrate weakening things of games. In later phases i have some seasoned persons.



JE - What do you want to do but have not yet had an opportunity? (in general)


RD - It would be nice, if I have enough money (to be independent), to live by game designing.



JE - What kind of games do you use when you are facing inexperienced players?

RD - Games where people must not think too much, but have much fun.

e.g. “Was´n das” from ravensburger, “danger 13”, ubongo, einfach genial, bluff



JE - How did the idea to create Goa came up?

RD - I want to design a development game, where I must optimize my resources in a limited number of actions. Before that I was searching for an interesting system, where I get the resources.



JE - How do you define your newest game - Diamonds Club? Who is the target audience?

RD - Everybody could play this game, who is not unskilled in game playing, because it has an intuitive game play. I create a system where to get resources by placing coins. But the coins are only a means to an end. You transform coins into jewels and technical advances to create a profitable garden.


JE - Which games suit you the most in the last Essen 2008?

RD - Diamonds club – I know i´m prejudiced. I enjoyed the great feedback in essen 2008. Many gamers were surprised, that a game from ravensburger had such a high poll placement (fairplay).

Im Schutze der Burg, Der Hexer von Salem, Tinners Trail are ok. Dominion is a little bit hyped – for most if you play MTG. I look for the Princes of Manchu Picchu and Le Havre, which I haven´t played yet.



JE - Are you working in some new game? Can you tell us the theme of this new project? Is it a boardgame or a card game? Do you already have a release date?


RD - Unfortunately I can´t tell you something of releases. The next release is the new edition of the traders of genoa. Of course, i´m working on new games – board games. But no designer speaks about themes and mechanics before publishing.



JE - Leave a message for the readers of the JogoEu blog.


RD - Work with your heart, and let the money work for you.

sábado, 15 de novembro de 2008

Sugestões dos 5-7 anos

Dando continuidade ao artigo de sugestões para compras no Natal, apresentamos a seguir algumas ideias para a faixa dos 5 aos 7 anos. Uma vez mais informamos que estas sugestões não passam disso mesmo - sugestões; jogos à muitos só é preciso ter tempo e escolher... quem quiser aproveitar a nossa boleia terá aqui algumas ofertas interessantes (na nossa opinião)!

Na categoria de jogos para crianças dos 5 aos 7 anos:


Schatz der Drachen

Schatz der Drachen é um jogo de memória para crianças. O objetivo é recolher o maior número possível de 49 cartões. No início, as cartas estão na mesa com a sua face oculta e dispostas numa grelha de 7 x 7. Na sua vez, os jogadores podem voltar tantos cartões quanto eles desejem, tendo de conseguir emparelha-los. Este jogo tem ainda algumas nuances que o destinguem de um jogo de memória convencional como arcas de tesouro e dragões que trazem mais pontos que os cartões normais do jogo!

Uma criação de 2003, nascida da brilhante mente de Reiner Knizia, vencedor do prémio do ano para melhor jogo infantil 2008.

Pode encontrá-lo AQUI por cerca de 15€ ou AQUI por cerca de 12€.



Château Roquefort

Cada jogador controla 4 ratinhos coloridos e tenta recolher pedaços de queijo no Castelo de Appenzell. Na sua vez, os jogadores põem em acção os seus ratos, revelando novos corredores do castelo, movendo os seus ratinhos, ou empurrando as fichas "invisíveis" que estão por baixo do chão do castelo!

Um jogo interessantíssimo e cheios de incertezas... quem cairá nas catacumbas!?

Pode encontrá-lo AQUI por cerca de 23€.


PitchCar

Quem não se lembra do jogo das caricas? Cada um, com a sua carica tentava, à vez, empurrar a sua carica o mais longe possível para ganhar a corrida! Agora transponham esse imaginário infantil para um jogo feito em madeira e onde a palavra de ordem é... diversão!
Um jogo muito bem produzido com uma rejogabilidade enorme e feito a pensar em miúdos e graúdos!

Pode encontrá-lo AQUI por cerca de 37€.


Giro Galoppo

Neste jogo é proposto que cada participante leve o seu cavaleiro ao primeiro lugar numa corrida de cavalos!
Com algumas particularidades que dão uma tonalidade especial a este jogo, podemos encontrar aqui uma bela oferta de Natal!

Pode encontrá-lo AQUI por cerca de 27€.


Schildkrötenrennen

Com um nome que até assusta este jogo é basicamente uma corrida de tartarugas. Criado por Reiner Knizia, Schildkrötenrennen recria uma corrida de tartarugas que têm de conviver com as suas limitações de velocidade de ponta... hehe. Um jogo muito bonito e apelativo para os mais novos, onde os pais podem e devem participar!

Pode encontrá-lo AQUI por cerca de 15€.

Além destas ainda poderá encontrar muitas outras opções, agora é só procurar...

Até breve.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Sugestões dos 0-4 anos

Aproveitando a época pré-Natalícia decidi fazer uma ronda pelas "estantes" da Internet e sondar uma listinha de propostas de compras. Com certeza que alguns dos nossos leitores são jogadores mais experientes e já têm bem definidas as compras de Natal em termos de jogos, mas o artigo, e desculpem-me esses, é mais direccionada para aqueles que ainda agora começaram a entrar no "mundo" dos jogos e que podem quer ter uma ajudinha de alguém que, na minha humildade, percebe pouco de jogos, mas já experimentou algumas coisinhas que pode recomendar... A pretensão é somente ajudar a escolher, revelar propostas, abrir conhecimentos; e nada mais que isso!

Na categoria de jogos para crianças até aos 4 anos:

Camelot Jr

Um belíssimo jogo em madeira, que combina o aspecto educativo com o lado lúdico associado a todos os jogos. Neste jogo é trabalhado o raciocínio lógico através da construção.

A finalidade do jogo é fazer uma construção que permita ao príncipe alcançar a princesa... e serem felizes para sempre!

Pode ser encomendado AQUI por cerca de 16€.



Castle Logix

No mesmo espírito de Camelot Jr, aparece-nos, da mesma editora - Smartass Kids - Castle Logix. Um jogo que propõe a construção do mais belo castelo, sendo necessário para isso usar correctamente a motricidade e a lógica!

Pode ser encomendado AQUI por cerca de 16€.



Pippo

Um jogo de cartas da editora alemã Amigo, que propõe às crianças vestir a "pele" de um agricultor que procura encontrar o animal que lhe falta na quinta!

Por exemplo se encontrámos um cão amarelo, uma vaca púrpura, um cavalo azul e um porco verde, só nos resta encontrar onde pára o gato vermelho! Hilariante e garantia de uma bela sessão de divertimento e boa disposição!

Pode ser encomendado AQUI por cerca de 9€.

Zicke Zacke

Este jogo de memória da Zoch Spiele é um delírio entre a criançada. É feito com material de qualidade embora o seu preço possa ser um pouco elevado! Mas vale os euros pela diversão que dá jogá-lo, e nem os adultos escapam a tentação de fazer mais uma partidinha...

Pode ser encomendado AQUI por cerca de 28€.



Viva Topo!

O objectivo deste jogo é acumular o maior número de porções de queijo possível. Os ratinhos são colocados no centro do tabuleiro e o gato é colocado numa casa (com uma volta de atraso!). Cada jogador tem de lançar o dado e avançar um dos seus ratinhos tantas casas como as indicadas pelo dado (1 a 5).

No final os sobreviventes à boca do gato darão pulos de alegria!

Pode ser encomendado AQUI por 32€.

Para já ficamos com esta categoria e em breve procurarei deixar aqui mais dicas para outras faixas etárias...

Até breve!